quarta-feira, 13 de março de 2013

Mas hoje o meu coração bate mais forte que antes.

'Se eu não tenho inspiração pra nada, você me encanta com um sorriso. Então eu sou capaz de escrever um livro inteiro só pra você sorrir de novo pra mim.

Se minha música preferida não toca mais na rádio, você seria capaz de gravar um cd com inumeras versões diferentes dela, só pra me ver dançar.

Se a linha do telefone foi cortada, eu seria capaz de descer no vizinho e te ligar só pra desejar boa noite.

Se um anjo descesse do céu, só pra me proibir de te ver, eu aprenderia a voar mais alto que ele, nem que fosse só pra te olhar lá de cima.

Se uma derrota me deixar fraco, eu sei, que você seria capaz de perder só pra me fazer perceber que a vida é assim mesmo.

Se eu tivesse que escolher, entre a mulher mais bonita do mundo e você, eu saberia, que não tinha escolha mais obvia, por não tem escolha mesmo, você é a mulher mais bonita do meu mundo.

Se você me pedisse pra sonhar, eu sonharia com o dia do nosso casamento e acordaria de repente no meio da noite, pensando como você fica linda de branco.

Se eu pudesse, o dia teria horas infinitas e nunca ficaria tarde pra gente se vê um pouco mais.

Se você me dissesse que não consegue mais ver beleza no seu corpo, no seu jeito, eu te daria meus olhos e faria você se enxergar como eu te enxergo.

Se eu você me pedisse pra postar no seu fotolog, eu teria que parar de escrever, por que tem tanta coisa que eu ainda tenho pra dizer, que esse espaço limitado de caracteres me deixariam perdido e com vontade de escrever mais e mais.

Por que se meu amor, um dia acabarem as minhas palavras bonitas pra você, você pode ter certeza, que eu não conheceria nenhuma palavra nova e nenhuma palavra que eu ja tenha usado, vai conseguir defenir o que eu sinto por você agora.

A que chega mais perto disso é, amor.'



Esse texto é um tanto antigo, lá dos começos do meu namoro, a questão é simples: hoje em dia tudo isso só tem aumentado!

Poucas pessoas entendem e até algumas se incomodam, a única coisa que eu posso fazer é torcer, torcer pra que elas um dia se sintam felizes ao lado de alguém como eu me sinto hoje.

Buraco tapado, sábado tem texto de Mariana pra vocês.









Por hoje é só pessoal.

P.S. Fell the love generation.

terça-feira, 12 de março de 2013

Para sempre - Parte 2

Parte 1



Você sabe como ninguém que nunca fui bom com cartas, mas preciso te explicar tudo o que eu sinto, e dizem que através de uma carta é a melhor opção para isso, mesmo eu não sabendo nem como começar uma. Juro que me lembro do primeiro dia que te vi. Você estava de maria chiquinha e chegou sem falar com ninguém na escola, tínhamos 11 anos. Foi um longo ano até completarmos 12 e eu te pedir em namoro pela milésima vez e finalmente, ouvir um sim da sua boca. Durante um ano, chorava toda noite, escondido, depois de ouvir que você nunca namoraria com um nerd, e olhe você agora, com o melhor aluno da faculdade de Medicina. Esperei até os 13 para te dar o primeiro beijo e levar meu primeiro tapa na cara. Lembro que você ficou duas semanas sem falar comigo...Você sempre fica linda quando está irritada, daí veio o apelido Doce Joana, irônico, não? Aos 14 fizemos nossa primeira viagem com teus pais, para uma praia que não me recordo o nome, total programa de índio, mas foi perfeito, só por te ver na praia, sem maquiagem e naquele momento, vi o que nenhuma maquiagem conseguiu me mostrar, como você era linda e como eu te amava, sem nenhuma dúvida. Ser teu príncipe na tua festa de 15 anos foi o que marcou nosso "noivado", com a aliança que eu te dei e você achou careta. Tive que esperar até os 16 para você usá-lo em público. Sentia um orgulho enorme de estar ao teu lado, e você não acreditava, mas olhar para você era minha melhor distração. Teus olhos eram azuis, eu dizia quem eram os meus faróis. Teus cachos avermelhados me hipnotizavam, igualmente as suas sardas, que você tentava escondê-las. Quando você completou 17, não te via mais como uma menina, nem como a minha menina, te via como a minha mulher e por mais que falassem, não me cansei de você antes e não vou me cansar agora. Você nunca acreditou que eu te amaria para sempre, mas eu prometi, não foi? Te pedi em casamento aos 18, mas como eu te conheço o bastante, sabia que não iria aceitar, pelo menos eu tentei e não vou desistir. Seu ciúmes histérico me fazia rir, você realmente ficava vermelha quando estava nervosa. Hoje, com 19 anos, completamos 7 anos de namoro e eu te pergunto: Quer casar comigo? Prometo nunca te largar, nunca te fazer mal, nunca pensar em te deixar. Por que talvez você não acredite no eternom mas meu amor por você já é Para Sempre e você não pode fazer nada a respeito. Vou levar nossos momentos para onde eu for, e quando eu não estiver mais aqui, te encontrarei nos teus sonhos, não até o fim, e sim, até o sempre. Teu beijo é o mais doce, teu abraço é o mais acolhedor e teu amor é o mais sincero.

Obrigado pela existência no mundo, no meu mundo.
Felicidades para nós,
Do teu futuro alguma coisa,
Ricardo José

sábado, 9 de março de 2013

Eu digo Charlie e vocês dizem, Tchau.


Não sei dizer com certeza no momento exato em que eu me considerei pela primeira vez um fã de Charlie Brown Jr. Acho que foi lá para os meus 15 anos, o que agora já faz um tempo considerável, hoje talvez eu já esteja velho demais para tentar andar de skate, usar calças lá em baixo e colocar uma munhequeira. Mas tem músicas escritas por Chorão que sempre se farão vivíssimas na minha vida.
Charlie Brown nunca foi a melhor banda de rock de todos os tempos, nem foi a melhor banda de rock do Brasil e talvez não tenha sido a melhor banda da sua época (época de ouro para o rock nacional, diga-se de passagem), mas algo de muito verdadeiro sempre acompanhou as suas músicas. Sempre foram canções sinceras, que não escondiam qualquer que fosse o sentimento, escárnio, ódio, indignação ou a boa e velha molecagem.
Tai, o que melhor pode definir o CBJR: Uma banda de moleques!
 

No melhor sentido da palavra.
 
E uma coisa é certa, você sempre se deparou com alguma música dos caras, seja ligando o rádio sem querer, seja assistindo Malhação, seja curtindo os shows, seja no Faustão ou sentado na praia ao lado dos seus melhores amigos com o celular tocando baixinho. A verdade é que o Charlie Brown esteve presente em algum momento da sua juventude, pro bem ou pro mal.
 
Quando mais novo, na verdade, eu odiava os caras, muito palavrão e como eu nunca tinha vivido nada daquilo, as músicas não faziam sentido. Daí você cresce um pouco, se sente menos criança e mais adulto e começa a sofrer com as cobranças da vida. Nesse momento você percebe que realmente não dá pra fugir.

E então, o que fazer? Por muitas vezes eu me fiz essa pergunta.

Como eu já devo ter dito por aqui em outros posts, crescer nunca é fácil, principalmente se você se divertiu como eu me diverti quando era mais novo.

As vezes, pra achar a resposta, eu só colocava o fone de ouvido.

E quando realmente escutei o que Chorão dizia nas suas letras eu encontrei algumas muito boas.

Encare seus problemas, se sinta bem, cuide de quem corre do seu lado, seja otimista, aprenda com a vida, busque sempre a paz, esqueça os que querem se sentir bem por cima da sua tristeza, saiba que tudo pode mudar, não use sapato e rejeite hipocrisias, saiba que nem tudo vai lhe cair bem, saiba que um sábio louco é o mais sábio de todos. Busque seu lugar ao Sol, mesmo que você veja o tempo passar e pouca coisa mudar. No fim das contas, nunca tenha medo de lutar pelo que é seu e mesmo que te tirem tudo nunca vão tirar as coisas boas que você fez na vida.

Existem outras muitas respostas e existem outras muitas perguntas, e sim, Chorão não sabia responder todas essas perguntas e por isso ele sofreu demais. Mas quem não sofre brother?
 
E essa é a parte que mais me incomoda nessa história.

Vi muita gente julgando o cara, por que ele se drograva, bebia e não era considerado um grande exemplo de vida. Essas pessoas não entendem uma coisa: Chorão era um de nós.

Um cara, como eu, como meus amigos, que passou por várias e encontrou seu jeito de navegar contra a maré. Alguns tomam caminhos extremos e acabam indo mais cedo pro outro lado, o que cabe a mim e a todos os fãs do cara e da sua banda é lembrar do Chorão que mesmo não sendo o melhor letrista, melhor cantor, melhor interprete, melhor pai, melhor skatista e melhor cristão do mundo, foi parte importante na vida de muitos moleques que assim como ele, só queriam acordar bem, todos os dias.

Quando soube de sua morte, mil e vinte imagens se passaram na minha cabeça, momentos incríveis, coisas que eu sempre gostaria de reviver, meus dias de glória e de luta que me fazem hoje um cara feliz e ao mesmo tempo nostálgico. A saudade é forte.
Ele pode não ter conseguido sobreviver as próprias tristezas mas com certeza ajudou muita gente a encontrar a tal da paz interna.

Por isso hoje a gente agradece.

Agradece e sente saudade.

O homem quando está em paz, não quer guerra com ninguém.

Agora você está totalmente em paz cara!

Um minuto de barulho, por favor.

Por hoje é só.

Valeu Chorão.




sexta-feira, 8 de março de 2013

Sorrindo. Correndo.

Éramos jovens. Estávamos apaixonados. Óbvio. Um pouco evidente ao ver de todos. Todos. É, todos. Todos ao nosso redor conseguiam ver isso, menos nós dois. Menos ele. Menos eu. Talvez eu só disfarçasse. Talvez a gente só fingia que não via.
E estávamos juntos mais uma vez, sentados nos bancos daquela orla que já havia se tornado tão conhecida por nós dois. Entre um sorriso e outro, nos declarávamos. Insanamente... implicitamente... nos apaixonávamos. Era tão lindo ver como tudo aquilo acontecia. Era "um misto de prazer e agonia". Sim, citei Sandy e Júnior diversas vezes em minha mente enquanto estávamos juntos. Isso era um bom sinal? Era um bom ou um mal sinal? Será que iria passar logo? Eu estava mesmo apaixonada? "Não, definitivamente não!", repetia para mim mesma na esperança de apagar aqueles trechos tão apaixonantes que de tão teimosos, voltavam ao final de cada repetição. O que era aquilo? Eu olhava para ele, e ele olhava para mim. O que aquilo significava? Eu estava louca ou simplesmente apaixonada? Não, eu não podia estar apaixonada. Não daquela vez. "Não estou", repeti tentando ser resistente. Mas apenas tentando. E então ele sorri pra mim. E eu sorrio. E irresisto. Ah, os sorrisos! Como falavam... e como falam os nossos sorrisos! Desviei o olhar para um casal de crianças que se aproximava. Os dois sorriam muito e corriam pela areia. Involuntariamente sorri junto. Talvez seja isso. A corrida. O sorriso. Talvez ambos se entrelacem. Sorrir e correr junto. Como duas crianças. Gosto de pensar que éramos assim. Sorrindo juntos. Correndo juntos. Se seremos? Bem, eu não sei... somos jovens. Apenas crianças.

quarta-feira, 6 de março de 2013

I won't give up on us, even if the skies get rough.

Digo para quem queira ouvir: eu não vou a lugar nenhum. Não sem você segurando a minha mão. Eu falei que eu estaria aqui, não importa o que acontecesse e eu estou aqui, cumprindo a minha promessa. E quando eu escuto “I Won't Give Up”  do Jason Mraz, cada vez mais eu tenho certeza disso. Eu continuarei aqui, cumprirei a minha promessa mesmo que o céu desabe.  Enquanto escrevo, um trechinho dessa música me vem à mente: “And when you're needing your space to do some navigating, I'll be here patiently waiting to see what you'll find”. E essa é a verdade. Que eu sempre, vou querer ouvir tudo sobre você e sobre o que você queira falar no final do dia. Porque o que importa para mim, é saber que você está bem e ouvir o som da tua risada rouca. É isso. Eu não vou embora. Vou ficar aqui e fazer a diferença que eu sei que eu posso fazer. Tomar conta de você, apoiar você em todos os teus sonhos, afastar qualquer coisa ruim de ti, como se eu fosse o teu anjinho. E isso é só. Dorme bem, meu bem. Sonhe com os anjinhos. 

“I won't give up on us, even if the skies get rough. I'm giving you all my love, I' m still looking up.”




terça-feira, 5 de março de 2013

Ouritori, ouritori


Uma felicidade de momento e outra, para a vida inteira. Um sorriso verdadeiro e transparente. Uma piada sem graça. Um filme bom e marcante. Voltamos ao quinhentismo e encontramos povos indígenas, sem preocupações, sem maldades, sem preconceito. Se tocamos, destruímos. Se amamos, salvamos. Se sorrirmos, causamos inveja. Se choramos, sentem pena e depois desprezam. Deveríamos estar desejando o bem, e não só nas datas comemorativas. Todo dia, o dia todo. Devemos rir, amar, abraçar, mas tudo isso, com vontade. Quem ama, vive e eu acredito nisso. Um momento de distração e estamos ocupando o nosso tempo com besteiras, ou com algo produtivo. Na verdade, não importa. E é o que eu desejo a todos e espero que seja recíproco: Seja feliz, seja feliz.

segunda-feira, 4 de março de 2013

É na madrugada

É na madrugada que o silêncio faz mais barulho, é no escuro que tudo fica claro, é na tristeza que damos valor à alegria e o calar da noite passando lentamente até abrir alas para o sol chegar mais uma vez. A lua se prepara para repousar após mais uma noite de estrelas e na madrugada fria que passara sentimos como nunca o calor das lembranças que te fazem sorrir, que te fazem chorar e que te fazem pensar. É na madrugada que você costuma sonhar diariamente, mesmo que acordado.
É na madrugada que você é capaz de sentir o barulho de uma gota de chuva se chocando com o chão.
É na madrugada que você aflora sentimentos e termina retornando ao que você pensava ser passado, que mexe com seu presente e vai interferir no seu futuro.
É na madrugada que pensamentos distantes ficam perto.
É na madrugada que as estrelas se preparam para dormir.
É na madrugada que o céu fosco ganha cores.
É na madrugada que os fantasmas acarretados em nossas frustrações sobrevoam nosso subconsciente.
É na madrugada que fechamos os olhos, na esperança que tudo possa melhorar.